Redução: Mogi Guaçu regista média de infestação predial pelo Aedes aegypti de 0,1% em maio
- Saúde
- 07/06/2024
-
Aula magna do curso de Medicina marca início do ano letivo na Faculdade Franco Montoro
29/01/2026 - A Faculdade Municipal Professor Franco Montoro (FMPFM) realizou na manhã desta quinta-feira, 29 de janeiro, a aula magna do curso de Medicina, evento que marcou ...
-
29/01/2026 -
O atraso de uma semana para o início do ano letivo já foi comunicado aos pais dos alunos matriculados em quatro escolas do município: EMEF ...
-
Após notificação e multa, empresa retoma construção da UBS do Jardim Sakaida
29/01/2026 - A Winner Construtora Ltda, responsável pela execução da nova Unidade Básica de Saúde (UBS) do Jardim Sakaida, na Zona Leste, reiniciou os serviços de alvenaria ...
-
Nova Lei cria regras para manutenção, fiscalização e retirada de fiação aérea em Mogi Guaçu
28/01/2026 - Nova legislação de autoria do prefeito Rodrigo Falsetti e aprovada pela Câmara Municipal estabelece normas para organização, identificação, manutenção, fiscalização e retirada de fiação aérea ...
-
Domingo é dia de Grito de Carnaval na Praça Duque de Caxias
28/01/2026 - O esquenta para o Carnaval 2026 acontece no próximo domingo, 1º de fevereiro, a partir das 10h, na Praça Duque de Caxias, no Centro, atrás ...
-
2026: Secretaria de Saúde e Franco Montoro planejam mais atendimentos de consultas e exames
23/12/2025 - A parceria entre a Secretaria Municipal de Saúde e a Faculdade Municipal Professor Franco Montoro será ampliada em 2026. A meta é aumentar os atendimentos ...
-
Esca realiza mais de 1,8 mil abordagens a pessoas em situação de rua em 2025
23/12/2025 - Entre janeiro e novembro de 2025, a Equipe Segurança, Cidadania e Acolhimento (Esca) realizou 1.851 abordagens sociais a pessoas em situação de rua e vulnerabilidade ...
-
22/12/2025 -
O Fundo Social de Solidariedade de Mogi Guaçu terminou 2025 de forma positiva no atendimento às famílias com vulnerabilidade social. Foram cinco toneladas de alimentados ...
-
Consórcio 08 de Abril abre inscrições para 65 vagas em quatro cidades
19/12/2025 - O Consórcio Intermunicipal de Saúde 08 de abril divulgou o Processo Seletivo nº 002/2025 para abertura das inscrições de 65 vagas de trabalho para as ...
-
Assistência Social promove ação para inibir presença de menores em semáforos
19/12/2025 - Na manhã desta sexta-feira, dia 19 de dezembro, equipe da Secretaria de Assistência Social da Prefeitura realizou a primeira ação com o objetivo de identificar ...
A Vigilância Ambiental (VA) divulgou, nesta quinta-feira, 6 de junho, o índice para infestação pelo Aedes aegypti realizado em maio, que indicou baixo risco, inferior ao limite de 1% recomendado pelo Programa de Epidemiologia e Controle de Doença (PECD) de Mogi Guaçu. Não foram encontradas larvas do mosquito transmissor da dengue, zika vírus e febre chikungunya na maioria dos bairros. O Índice de Infestação Predial (IIP) do município ficou em 0,1%.
De acordo com PECD, o estado de alerta é registrado quando o Índice de Infestação Predial (IPP) fica entre 1% e 3,9%. Em Mogi Guaçu, são 25 áreas de cobertura de combate à doença. Em janeiro, o índice ficou em 0,3% no município, número também considerado de baixo risco, sendo inferior ao limite de 1% recomendado pelo programa.
Porém, o documento destacou que três áreas da cidade se encontram em estado de alerta e apresentam maior risco de transmissão da doença, sendo nas regiões das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do Hermínio Bueno (1,25%), Ypê Pinheiro (0,83%) e Zona Norte (0,26%).
A bióloga da VA, Cristiana Monteiro Ferraz, explicou que o objetivo do alerta é estimular a população para verificar os criadouros e, desta forma, evitar uma maior propagação do Aedes aegypti. E neste caso, o relatório de Avaliação de Densidade Larvária (ADL) apontou que os maiores criadouros do Aedes aegypti têm sido os pratos, pingadeiras e vasos de plantas, piscinas, ralos externos e bromélias.
“Os dados acabam sendo sazonais, porque no verão sempre são maiores e a tendência é que no inverno sejam menores. No entanto, nos chama a atenção que os criadouros existentes são dependentes da população colocar água, como, por exemplo, em vasos e pratos de plantas e nos ralos externos. Não está chovendo, então, calhas e lajes estão secas”, comentou.
Cristiana Ferraz ressaltou que, para acabar com a proliferação do mosquito, é preciso evitar o acúmulo de água, latas, pneus e outros objetos. “Os vasos de plantas devem ter a água trocada a cada dois dias. É importante também vedar a caixa d’água e solicitamos para que todos mantenham os cuidados em suas casas, quintais e comércios eliminando recipientes que possam acumular água e favorecer a reprodução do mosquito”, disse.
Casos
A Vigilância Ambiental divulgou que, até o momento, são 3.110 casos confirmados de dengue em moradores de Mogi Guaçu. Segundo o boletim epidemiológico, houve o registro de 5.951 casos negativos e 382 aguardam o resultado do exame, totalizando 9.443 casos notificados.
O maior índice da doença se concentra na região da Unidade Básica de Saúde (UBS) da Zona Sul, com 55 casos. Na sequência, encontram-se as áreas da Zona Norte, com 51 casos; Centro de Saúde, com 49 casos; Centro Oeste, com 43 casos; e Jardim Chaparral, com 26 casos.


