Duas escolas municipais alcançam maior Índice de Fluência Leitora do Estado de São Paulo

Duas escolas municipais alcançam maior Índice de Fluência Leitora do Estado de São Paulo

Em 2025, Mogi Guaçu destacou-se na Avaliação de Saída ao registrar duas unidades escolares com elevado Índice de Fluência Leitora (IFL), evidenciando, assim, os avanços consistentes no processo de alfabetização do município.

Uma delas é a Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Prefeito Carlos Franco de Faria, no Jardim Ypê Pinheiro, que obteve IFL 10,0. A outra é a Escola Municipal de Ensino Básico (EMEB) Coronel Joaquim Leite de Souza, na Nova Louzã, que alcançou IFL 9,7. 

O reconhecimento oficial foi comunicado por meio de ofício encaminhado pela Dirigente da Unidade Regional de Ensino de Mogi Mirim, reforçando a relevância dos resultados alcançados no âmbito regional. O secretário da Educação, Paulo Paliari, contou que a Avaliação de Fluência Leitora é aplicada em estudantes do 2º ano do Ensino Fundamental e mede a capacidade de ler textos adequados com a etapa escolar, precisão e entonação corretas. 

“Os estudantes são classificados em perfis que vão do pré-leitor ao fluente, permitindo, assim, acompanhar de forma objetiva a consolidação da alfabetização em cada escola. É mais um resultado que nos deixa orgulhosos dos nossos alunos e de toda equipe de profissionais que se empenham diariamente em ofertar o melhor ensino na rede municipal”, explicou. 

Ele frisou ainda que por meio do índice é possível ter uma visão padronizada e clara do nível de leitura de cada criança. “Desta forma, conseguimos identificar os avanços e, assim, orientar as políticas de alfabetização da nossa cidade. Diversos projetos são desenvolvidos ao longo dos anos em todos os níveis da Educação”, falou. 

Como desdobramento desse desempenho, as duas unidades foram convidadas para participar do lançamento de projeto realizado em parceria com o Programa Alfabetiza Juntos SP, a Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (Efape) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O foco desse projeto é a gravação de cases de gestores escolares municipais para a Escola de Gestão. 

“Essa participação representa não apenas um reconhecimento institucional, mas também a oportunidade de socializar práticas de êxitos, fortalecer a cultura de colaboração entre redes e consolidar políticas públicas voltadas para a melhoria da alfabetização”, concluiu o secretário.