As Prefeituras de Mogi Guaçu e de Mogi Mirim com o apoio da Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo ampliaram a rede de proteção às mulheres em situação de violência com o início das atividades da Casa da Mulher – Serviço de Acolhimento Institucional para Mulheres Vítimas de Violência. A unidade passa a oferecer acolhimento seguro, sigiloso e humanizado para mulheres em situação de risco decorrente da violência doméstica e familiar.
Nesta terça-feira, dia 28 de julho, uma solenidade marcou o início do Serviço de Acolhimento Institucional para Mulheres Vítimas de Violência, na sede da Secretaria de Assistência Social, no Jardim Novo. O prefeito Rodrigo Falsetti e o vice-prefeito Major Marcos Tuckumantel recepcionaram os convidados. Entre eles, a secretária de Desenvolvimento Social, Andrezza Rosalém e o prefeito de Mogi Mirim, Paulo Silva, além de autoridades municipais e representantes da rede de proteção social.
A Casa da Mulher foi estruturada para garantir proteção integral às mulheres que precisam se afastar do convívio com o agressor. Além do acolhimento, o serviço oferece acompanhamento psicossocial, atendimento social e suporte prestado por uma equipe multidisciplinar, promovendo condições para que as mulheres reconstruam suas vidas com dignidade, autonomia e segurança. Antes da solenidade, as autoridades conheceram o imóvel, cujo endereço será mantido sob sigilo.
“Trata-se de uma casa com estrutura completa para um atendimento digno para as mulheres que precisam de acolhimento após serem vítimas de violência. A Casa da Mulher vai proporcionar um atendimento humanizado e acolhedor para quem precisa recomeçar”, comentou o prefeito Rodrigo Falsetti ao agradecer a parceria com a Prefeitura de Mogi Mirim e com o Governo do Estado.
“Nenhuma mulher deve enfrentar a violência sozinha. A Casa da Mulher fortalece a rede de proteção social e garante um espaço seguro, acolhedor e preparado para oferecer atendimento humanizado, assegurando às mulheres a oportunidade de reconstruir suas vidas com autonomia e proteção”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social, Andrezza Rosalém.
Inicialmente, a unidade disponibilizará 20 vagas, sendo 10 destinadas às mulheres de Mogi Guaçu e 10 para Mogi Mirim. O acolhimento também contempla os filhos, de zero a 17 anos, preservando os vínculos familiares e garantindo proteção durante todo o período de permanência no serviço.
Para o prefeito de Mogi Mirim, Paulo Silva, a nova unidade fortalece a rede de atendimento já existente no município. “A Casa da Mulher vem para reforçar as ações de acolhimento às mulheres que Mogi Mirim já realiza. Temos o dever social de atender com dignidade esse público”.
A Casa da Mulher é resultado de uma parceria entre as Secretarias Municipais de Assistência Social, com gestão do Consórcio Intermunicipal CEMMIL para o Desenvolvimento Sustentável, e cofinanciamento do Governo do Estado de São Paulo. O custeio total da unidade é de R$ 1,1 milhão, sendo R$ 659,2 mil de cofinanciamento estadual e R$ 531,2 mil aportados pelos dois municípios.
Casa da Mulher
O Serviço de Acolhimento Institucional para Mulheres Vítimas de Violência integra a rede de proteção social especial e oferece acolhimento provisório, seguro e sigiloso para mulheres que estejam em situação de violência doméstica e familiar e sob ameaça à sua integridade física, psicológica, sexual, moral ou patrimonial.
Voltado às mulheres que necessitam se afastar do agressor, o serviço funciona de forma ininterrupta e garante proteção integral por meio de atendimento psicossocial, acompanhamento técnico especializado e articulação com a rede socioassistencial, os serviços de saúde, segurança pública e o sistema de Justiça. O objetivo é assegurar condições para que as mulheres reconstruam suas trajetórias com autonomia, dignidade e acesso às políticas públicas.







